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	<title>Bahia Pesca &#187; Meio Ambiente</title>
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	<description>Bahia Pesca - Pesca e Turismo na Bahia</description>
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		<title>Diretor do Instituto das Águas da Bahia alerta para efeitos do clima no estado</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 13:05:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Salvador &#8211; Os efeitos do aquecimento global poderão atingir de maneira especialmente perversa a população baiana. Essa é a opinião do diretor-geral do Instituto de Águas da Bahia, Júlio Rocha, que participou hoje (29) de mesa sobre Mudanças Climáticas no &#8230; <a href="http://www.bahiapesca.com.br/noticias/diretor-do-instituto-das-aguas-da-bahia-alerta-para-efeitos-do-clima-no-estado/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Salvador &#8211; Os efeitos do aquecimento global poderão atingir de maneira especialmente perversa a população baiana. Essa é a opinião do diretor-geral do Instituto de Águas da Bahia, Júlio Rocha, que participou hoje (29) de mesa sobre Mudanças Climáticas no Fórum Social Mundial Temático da Bahia (FSMT Bahia).</p>
<p>Segundo Rocha, 69% do estado tem clima semiárido. Essa característica associada às plantações de 600 mil hectares de eucaliptos no sul da Bahia, torna a preocupação com a desertificação ainda maior. “<strong>Nós precisamos discutir sustentabilidade sabendo que muitos sofrerão mais do que outros</strong>”, afirmou Rocha.</p>
<p>De acordo com ele, dados da Universidade Federal da Bahia dão conta de que a partir de 2070 o estoque hídrico do estado começará a sofrer diminuição drástica, o litoral terá a temperatura média 2ºC maior e o semiárido terá aumento de 5ºC. “Imagine o que significa um aumento de 5ºC numa região com extrema escassez de água”, alertou.</p>
<p>Na opinião dele, não há como resolver o problema se não houver mudança nas relações de consumo, uma vez que o “capitalismo é em si predatório”.</p>
<p>O diretor do Instituto de Águas da Bahia esteve na Conferência do Clima em Copenhague e se disse otimista sobre o que foi discutido lá. Segundo Rocha, apesar de os resultados na Dinamarca não terem sido decisivos para resolver o problema do aquecimento global, os efeitos das discussões serão cumulativos.</p>
<p>“<strong>Acho que Copenhague significou um acúmulo de processos que vão se dar esse ano, no ano que vem e nos outros</strong>”, finalizou.</p>
<p>Agência Brasil<br />
Mariana Jungmann<br />
Enviada Especial</p>
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		<title>Morte de milhares de peixes assusta pescadores</title>
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		<pubDate>Sun, 23 Aug 2009 22:46:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Pesca]]></category>

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		<description><![CDATA[Milhares de peixes apareceram mortos no município de Candeias, região metropolitana de Salvador. O Instituto do Meio Ambiente já esteve no local e diz que, por enquanto, não há como afirmar se as mortes foram causadas por produtos químicos ou &#8230; <a href="http://www.bahiapesca.com.br/noticias/morte-de-milhares-de-peixes-assusta-pescadores/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Milhares de peixes apareceram mortos no município de Candeias, região metropolitana de Salvador.</p>
<p>O Instituto do Meio Ambiente já esteve no local e diz que, por enquanto, não há como afirmar se as mortes foram causadas por produtos químicos ou fenômenos naturais. Pescadores e marisqueiras estão desesperados.</p>
<p>A área atingida pela mortandade de peixes desde sexta-feira (21) vai do distrito de Passé, a 60 quilômetros de Salvador no município de Candeias, à Ilha de Maré.</p>
<p>Pela manhã, a comunidade de pescadores recolheu cerca de 400 quilos de mariscos e peixes, como arraias e robalos.</p>
<p>A equipe do BATV acompanhou os pescadores pelo Rio São Paulinho, onde muitos filhotes ainda eram encontrados boiando e nas margens da vegetação do mangue os peixes que vêm do mar costumam usar o rio para desova.</p>
<p>Segundo os moradores de Passé, as mortes estão relacionadas a resíduos de uma indústria química despejados por um tubulação.</p>
<p>De acordo com os pescadores, para o trecho do Rio São Paulinho voltar a oferecer a mesma quantidade de peixes, serão necessários entre seis e doze meses de espera.</p>
<p>&#8216;Ele vai dar cria, dá a desova deles&#8230; nós vamos pegar os maiores e os menores vão dar cria novamente. E agora morreu tudo, pequeno, grande, tudo. E agora, vai ficar como?&#8217;, questiona o pescador Genival Chagas.</p>
<p>O IMA- Instituto do Meio Ambiente começou na sexta-feira a coletar água, areia do leito do rio e peixes para descobrir a presença de algum produto químico relacionado às mortes. O laboratório contratado pelo Instituto vai divulgar um laudo na próxima terça-feira (25).</p>
<p>&#8216;A gente não está associando a nenhuma empresa ainda. A gente está analisando se é por uma poluição química ou uma proliferação de algas&#8217;, afirma Anderson Carneiro, técnico do IMA.</p>
<p>Durante a inspeção dos técnicos, os pescadores pediram uma explicação. Marisqueira há 40 anos, dona Clarice Chagas já prevê tempos difíceis. &#8216;O pescador, coitado, pesca tudo aí dentro do rio. Agora o que será da gente aqui agora? Marisco a gente não pode comer. Peixe não pode comer. Vai comer o quê? Não tem dinheiro para comprar nada&#8217;, relata a marisqueira. </p>
<p>*com informações do BATV<br />
redacao@portalibahia.com.br</p>
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